01/03/2009
Ricardo - São Paulo - SP- diz:O que está em jogo aqui não é poluentes e saúde do cidadão, mas sim um embuste, disfarçado de ecológico e de defesa do meio ambiente. Vejamos SÓ ALGUNS FATOS desta trama muito bem articulada para pegar dinheiro.
Primeira coisa, precisamos responder a pergunta: por que começar com os novos? Porque são a maioria da frota, o que garante que o poder aquisitivo existe e será recebido pela empresa. Além disto, faz parte do complô do governo/empresa colocar a população uns contra os outros (sim, isto sempre fazem). Quem tem carro novo critica os que tem carro velho, independentemente de poder aquisitivo, diga-se de passagem.
Trata-se de uma inspeção ridícula e absurda, pois demanda ao cidadão paulistano o passivo ecológico gerado por muitos outras fatores poluentes, incluindo queimadas de cana e presença de aeroportos, que nada tem a ver com os automóveis. Impõem um controle de Dióxido de Carbono (o gás carbônico natural que serve à vida) como se ele fosse um poluente... como se ele fosse o responsável pelo aquecimento global. UM ABSURDO CIENTÍFICO!
É de se admirar que, na corrida ambientalista, esta farsa tenha-se apegado com tamanha facilidade, dada a alienação dos moradores de cidades sobre o que é mesmo a relação homem-meio e sociedade-natureza. Sabendo-se disto, aproveitam para criarem novos impostos e exercerem controle sobre o ir e vir das pessoas, direito garantido pela constituição. Cerceiam direitos civis com o papo ambiental como desculpa.
Será que apenas eu consegui ver que se trata apenas de mais uma maneira de se extorquir o cidadão? Uma empresa particular prestando serviços ambientais para um universo infinito de automóveis. Façamos as contas: essa empresa JAMAIS dará conta de todo ano vistoriar todos os carros. Se serão 2,5 milhões de automóveis neste ano, significa que ela tem que vistoriar cerca de 300 veículos por hora, tarefa impossível de se realizar e dali, formar-se-ão filas intermináveis.
Mais um transtorno para o paulistano, afinal, se é gratuito, não deveria recolher taxa para depois ser devolvida. Será que irão auditar esse fluxo de capital dentro dos cofres públicos? Duvido!
Questão interessante: Se os instrumentos da CETESB sempre informam que a qualidade do ar é BOA, por que vistoriar automóveis? Como o instituto inglês diz que a cidade de São Paulo é a quinta mais poluída do mundo? Há alguma controvérsia neste fato.