O que você mudaria na sua cidade para torná-la sustentável?
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29/06/2007
 

02/08/2008 colocaria ``agua tratàvel e.potàvel,tenho em minha casa poço artesiano,e acho isso medieval nos dias de hoje.
12/05/2008 implantaria um sistema de tratamento de esgoto para reutilizar a mesma água.... sem tempo para escrever... Pressa!
06/05/2008 Usar como parâmetro principal diagnosticar o clima, levantamento de materiais existentes na região, aproveitamento de ventilação natural, aaberturas mas com proteção das mesmas, evitando assim o efeito estufa na edificação, utilização de madeiras certificadas, utilização de materiais e tecnologias que não agridam ao meio ambiente...
21/01/2008 Uma condição básica para a sustentabilidade da vida urbana é o fornecimento de água potável. Muitas cidades terão aumento de população e a exigência de maiores volumes será proporcional a este crescimento. Os volumes nos mananciais tende ao esgotamento e sua obtenção em maior quantidade depende de fontes cada vez mais distantes, quando isto é possivel. Minha cidade, Curitiba, está assentada em um planalto a quase mil metros de altitude e que prevalece em cota sobre as demais regiões do meu Estado. Aqui estão as cabeceiras de grandes rios, o Iguaçu das cataratas que flui de leste para oeste e do Ribeira que em sentido oposto se encaminha para o mar. Os recursos hídricos são poucos. Apesar deta situação geográfica não confortável para este bem comum, temos uma empresa pública que opera os sistemas de produção e distribuição de água operando em más condições. Afirmo que opera mal por que perde cerca de 40% do que produz em água tratada. Do volume que sai das unidades de tratamento 40% é perdido. Atento a esta condição de quase insanidade empresarial procurei saber como desempenham outras empresas nas cidades brasileiras. "Descobri" que está, a empresa da minha cidade, em uma cota de perda do preciosos líquido abaixo da média brasileira. Repitirei o número que o presidente da ANA - Agência Nacional de Água - informou em entrevista publicada pelo jornal O Esatado de São Paulo: 50%. Conheço profissiopnais que operam em companhias de saneamento, sei dos seus esforços e concluo que não somente a eles se deve imputar a razão de tão elevado número. Outra sistemica doença deve estar afetando o conjunto destas estruturas de saneamento. Procurei encontrar respostas. Na cidade de Limeira, no Estado de São Paulo as perdas andam ao redor de 17%. Analisando sua estrutura de distribuição constatei que aplicam em grande quantidade tubos metálicos de grande resistencia, compostos por ferro fundido do modelo dúctil. As cidades com altas perdas utilizam tubos de PVC. Para evitar comentar detalhes tecnicos que apreciei na pesquisa, posso dizer que a simples verificação visual e de toque mostra uma extraordinária diferença de resistencia em favor dos tubos metálicos. Estará aí nesta comparação uma das razões deste desperdício? Acredito que sim. Mantidas esta taxas..., erro ao afirmar mantidas, pois devem aumentar, visto que já foram menores em passado não muito distante. No entanto gostaria de trocar informações sobre este assunto ao invés de me alongar sobre considerações de fatos que se correlacionam com este assustador tema.
06/12/2007 ~>Coleta de reciclagem em todos os bairros; ~>Plantação de árvore em volta de toda as margens dos 2 ribeirões que existem aqui em Araras/SP; ~>Voltar a idéia do "Apagão": dando bônus a quem consume menos água e energia elétrica (acho que é a única forma do pessoal poupar energia); ~>Incentivar a quem lavar roupa, aproveitar a água que sai pra lavar a calçada, o quintal, não utilizando a mangueira; São idéias, no geral, caseiras e que acho que funcionariam melhor.
07/11/2007 Eu já estou mudando!!! SACO DE LEITE VAZIO NÃO É LIXO POPULAÇÃO CARENTE DE FAGUNDES/PB REUTILIZA O SACO DE LEITE PARA PRODUÇÃO DE MUDAS PARA REFLORESTAMENTO Olá, meu nome é Eduardo Figueirêdo, estou aqui em primeiro lugar para parabenizar você pelo seu excelente trabalho, e para lhe colocar a par de um trabalho que vem sendo realizado em prol do Meio Ambiente. O intuito é que você, ou alguém que você indique, possa fazer uma reportagem para divulgar os trabalhos e dessa forma conseguir uma expansão no projeto que pode ser nacional. Hoje em dia, grande parte da população está preocupada com as agressões ao meio ambiente, e, uma parte dessa preocupada população age da forma como lhe é possível para ajudar. Um pequeno grupo de pessoas idealizou e está levando a frente um projeto que reutiliza o saco de leite vazio que iria ser jogado ao lixo para a produção de mudas para reflorestamento. O saco de leite, depois de utilizado o leite, iria ser jogado ao lixo, e como o saco de leite é feito de plástico, e portanto um dos materiais mais difíceis de ser degradado pela natureza, ele, vazio, passou a ser utilizado novamente, criando um novo uso para o que seria de pronto lixo a ser amontoado nos lixões, gerando doenças e pragas quando não devidamente tratado e acondicionado. A muda que todos querem pegar para plantar em sua rua ou quintal, ou até mesmo em grandes proporções nas chácara, fazendas e áreas de proteção ambiental são produzidas em saco de plástico, aqueles sacos pretos, já feitos de material plástico reciclado, mas também plástico, que demora a ser degradado pela natureza. O Projeto Saco de Leite Vazio Não é Lixo reutiliza o saco de leite para a produção de novas mudas que irão reflorestar o meio ambiente. É feito em parceria com a comunidade carente de Fagundes que recebe o Leite para Todos, programa do Governo Federal. Vale salientar aqui que o Projeto Saco de Leite Vazio Não é Lixo não tem vinculo nenhum com programas do governo municipal, estadual ou federal. Ele é feito exclusivamente pelo trabalho voluntário e abnegado de algumas pessoas que envolvidas na defesa do meio ambiente viram uma solução para quebrar esse ciclo ou pelo menos expandi-lo de forma a otimizar seu uso e prejudicar um pouco menos a natureza. COMO É O PROJETO As pessoas carentes que recebem a ajuda do Programa Leite Para Todos da cidade de Fagundes/PB devolvem a embalagem vazio, no mesmo local onde recebem o saco de leite cheio. O Horto em Campina Grande produz as mudas para reflorestamento já nos novos sacos. VANTAGENS Entre outras podemos citar essas principais. -Um saco de leite a menos nos lixões da cidade. -Um saco de plástico para produção de mudas a menos nos lixões da cidade. -Menos produtos químico que seriam utilizados para a produção desses sacos de plástico. ENVOLVIMENTO DA POPULAÇÃO NO PROJETO Como a consciência ambiental é pequena, e depende basicamente de cultura, educação e conscientização, foi criada uma forma sutil de envolver a população carente beneficiária do leite para todos, que a cada cinco sacos vazios recebem um cupom onde preenchem seu nome e endereço e o depositam em uma urna que no fim do mês é sorteado um brinde (já teve liquidificador, ferro de engomar, cobertores, caixas de chocolates, garrafa térmica). No último mês foram distribuídas inúmeras mudas entre a população de Fagundes, todas já nos sacos de leite reutilizados. E que servirão para reflorestar o entorno do Parque Ecológico da Pedra de Santo Antônio. Eduardo Arruda Figueirêdo 83-9312-2336 Escritório (eu sou advogado) Voz: 83-3321-3536 Fax: 83-3321-3049 E-mail: dauf@uol.com.br
07/10/2007 Sou da capital do Brasil e por incrivel que pareça não temos reciclagem de lixo. è necessária e urgente que se instale a reciclagem até porque ajudaríamos muitas familias carentes. Até coloco o lixo separado, mas não tem quem os recolha.
27/08/2007 A adequação da infraestrutura de saneamento é imprescindível. Entretanto, na cidade de Macapá e Santana-AP, a melhoria dos transportes coletivos, a introdução de ciclovias ou ciclofaixaz e a implantação do controle de emissção de dioxido de carbono pelos veiculos movidos a óleo diesel, que por sinal é uma frota considerável. Este tipo de iniciativa em muito contribuirá com a qualidade de vida do ser humano decorrente da pratica de atividade física, a redução do consumo de combustivel e de emissção de CO2. Não é o fato de residir na floresta Amazônica que nos autoriza a poluir o meio ambiente, a natureza do planeta terra não reconhece as divisões geopoliticas.Muito Obrigado.
29/07/2007 1. Trocar lâmpadas convencionais por aquelas LEDs (que ficam nos faróis dos carros, em semáforos...). Apesar da tecnologia não ser tão utilizada hoje em dia, é economicamente viável e evitariam um uso desnecessário de energia elétrica (são até mais eficiêntes do que as lâmpadas frias!). Os prédios públicos poderiam começar com a iniciativa, seguindo de empresas sustentáveis para então encorajar a população como um todo a aderir à causa. 2. Adotar como em São Paulo, lei obrigando a instalação obrigatório de aquecedores solares de água (minimizando o uso de chuveiro elétricos que usam 10% de nossa matriz elétrica!) 3. Forte investimento em infra-estrutura logística de longo prazo. Não dá pra ficar que nem São Paulo daqui a uns 15 anos! (Só pra ter idéia, li que as emissões de veículos respondem por uns 70% da poluição CO2e da capital do estado...) Aquele projeto trem bala ligando Rio-São Paulo-Campinas seria 10! 4. Forte programa de conscientização ambiental para todas crianças e adolescentes (a pressão dos jovens na família é muito mais eficiênte que ficar tentando ensinar truque novo pra cachorro velho!). Isso ia ajudar muito a proposta da Patrícia ao cobrar de todos a implementação de um sistema de coleta seletiva realmente eficaz em nossos prédios, bairros, escolas e empresas. Minha esposa também sugere: proibir o trânsito de veículos no centro da cidade, construção de ciclovias. Ps.: Moramos em Campinas! =]
29/06/2007 Eu começaria pela coleta de lixo. Hoje em dia, moradores de algumas ruas tem se reunido para fazer a coleta de lixo reciclavel. Os caminhoes da prefeitura de coleta seletiva até passam por algumas ruas, mas não são em todas e nem todos os dias.

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