morada ecológica
A satisfação de viver numa casa inteligente
Depois de morar por sete anos em uma comunidade sustentável da Califórnia, a jornalista Andrea Palma voltou ao Brasil com um desafio em mente: construir uma casa sustentável em uma época em que as ecovilas eram pouco conhecidas no país
Andrea Palma
Revista Vida Simples – 08/2009
A ideia surgiu após ter vivido sete anos numa comunidade sustentável na Califórnia. Em São Paulo, resolvi que iria viver em um modelo de casa sustentável. Uma aventura, pois em 2003 o assunto era pouco conhecido aqui.
Dois amigos arquitetos toparam participar desse laboratório comigo. Para erguer as paredes, experimentamos uma técnica japonesa de construção semelhante à do pau-a-pique brasileiro, que utiliza bambu e barro. O resultado são paredes vivas que guardam o calor no inverno e soltam a umidade no verão.
Implantamos as placas para coleta de energia solar, assim como os biodigestores, que são sistemas de tratamento de esgoto. A água tratada, aliás, alimenta um tanque com copos-de-leite e papiros. Jardim e horta crescem com o húmus vindo da composteira. Por meio da casa, me sinto participando dos ciclos da natureza. E aos poucos estou trocando experiências com o resto da comunidade. Pois ser sustentável é também agir localmente, é o encontro com o simples, mais uma vez.
A ideia surgiu após ter vivido sete anos numa comunidade sustentável na Califórnia. Em São Paulo, resolvi que iria viver em um modelo de casa sustentável. Uma aventura, pois em 2003 o assunto era pouco conhecido aqui.
Dois amigos arquitetos toparam participar desse laboratório comigo. Para erguer as paredes, experimentamos uma técnica japonesa de construção semelhante à do pau-a-pique brasileiro, que utiliza bambu e barro. O resultado são paredes vivas que guardam o calor no inverno e soltam a umidade no verão.
Implantamos as placas para coleta de energia solar, assim como os biodigestores, que são sistemas de tratamento de esgoto. A água tratada, aliás, alimenta um tanque com copos-de-leite e papiros. Jardim e horta crescem com o húmus vindo da composteira. Por meio da casa, me sinto participando dos ciclos da natureza. E aos poucos estou trocando experiências com o resto da comunidade. Pois ser sustentável é também agir localmente, é o encontro com o simples, mais uma vez.