Créditos de carbono
Brasil é segundo país em projetos de MDL
Entre os países da América Latina, o Brasil lidera, com 58 projetos registrados
Projetos de geração de energia por aterros sanitários, biocombustíveis e outras fontes renováveis, reflorestamento e repotenciação de hidrelétricas (como no caso da Pequenas Centrais da CPFL Energia) já foram credenciadas pela Comissão Interministerial de Mudança do Clima a receber créditos de carbono, por terem contribuído para a redução de volumes do gás. Os créditos são chamados de Certificados de Emissões Reduzidas (CER), concedidos pelo Conselho Executivo do MDL.
Em agosto de 2006, a Junta Executiva tinha registrados 259 projetos de MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo), sendo 127 deles (49%) de origem latino-americana. O país com maior número de projetos era a Índia (80 projetos), seguido do Brasil, com 58 - mais uma confirmação do potencial do país em ações de desenvolvimento sustentável. Os demais países com maior número de projetos de MDL registrados eram México (20), China (15) e Chile (13). Em operação, os 259 projetos têm o potencial de reduzir 84 milhões de toneladas equivalentes de dióxido de carbono.
Em suas reflexões no Espaço Cultural CPFL, a geógrafa Branca Americano, do Ministério da Ciência e Tecnologia, observou que existem cinco principais critérios para a Comissão Interministerial de Mudança do Clima aprovar projetos candidatos a receber Créditos de Carbono por meio do MDL. Os critérios são:
1. Promover a sustentabilidade ambiental local
2. Ajudar no desenvolvimento das condições de trabalho e geração líquida de empregos
3. Promover distribuição de renda.
4. Auxiliar no desenvolvimento e capacitação tecnológica
5. Cooperar com integração regional e articulação com outros setores.
Na avaliação de Branca Americano, o MDL ainda pode significar novas oportunidades para o Brasil em termos de promover eficiência energética, estimular energias renováveis e a co-geração de energia, entre outras áreas.
Projetos de geração de energia por aterros sanitários, biocombustíveis e outras fontes renováveis, reflorestamento e repotenciação de hidrelétricas (como no caso da Pequenas Centrais da CPFL Energia) já foram credenciadas pela Comissão Interministerial de Mudança do Clima a receber créditos de carbono, por terem contribuído para a redução de volumes do gás. Os créditos são chamados de Certificados de Emissões Reduzidas (CER), concedidos pelo Conselho Executivo do MDL.
Em agosto de 2006, a Junta Executiva tinha registrados 259 projetos de MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo), sendo 127 deles (49%) de origem latino-americana. O país com maior número de projetos era a Índia (80 projetos), seguido do Brasil, com 58 - mais uma confirmação do potencial do país em ações de desenvolvimento sustentável. Os demais países com maior número de projetos de MDL registrados eram México (20), China (15) e Chile (13). Em operação, os 259 projetos têm o potencial de reduzir 84 milhões de toneladas equivalentes de dióxido de carbono.
Em suas reflexões no Espaço Cultural CPFL, a geógrafa Branca Americano, do Ministério da Ciência e Tecnologia, observou que existem cinco principais critérios para a Comissão Interministerial de Mudança do Clima aprovar projetos candidatos a receber Créditos de Carbono por meio do MDL. Os critérios são:
1. Promover a sustentabilidade ambiental local
2. Ajudar no desenvolvimento das condições de trabalho e geração líquida de empregos
3. Promover distribuição de renda.
4. Auxiliar no desenvolvimento e capacitação tecnológica
5. Cooperar com integração regional e articulação com outros setores.
Na avaliação de Branca Americano, o MDL ainda pode significar novas oportunidades para o Brasil em termos de promover eficiência energética, estimular energias renováveis e a co-geração de energia, entre outras áreas.