green to grow
O verde que vale ouro
Depois de analisar o caso de grandes empresas como a Toyota e a Nike, os consultores Daniel Esty e Andrew Winston garantem: a sustentabilidade pode se tornar uma estratégia que leve à inovação e pode ajudar a criar valor e construir uma marca forte para a empresa
Por Roberta Ávila
Planeta Sustentável - 07/10/2008
Empresa sustentável vale mais. É assim na Bolsa de Valores e, cada vez mais, os executivos voltam sua atenção para a sustentabilidade: como administrar uma empresa levando em conta as questões ambientais? Esse tema é abordado por Daniel Esty e Andrew Winston no livro “O verde que vale ouro” - lançado no Brasil pela Editora Campus-Elsevier - e a conclusão dos autores é de que a criação de um programa de sustentabilidade pode trazer benefícios a curto e médio prazos, tanto para a imagem como para a produtividade corporativa.
[img1] Esty e Winston falam com a experiência de quem viveu esse desafio. Professor de direito e política ambiental da Universidade de Yale, Esty é conhecido internacionalmente pelo seu trabalho com empresas globais como Coca-Cola, Unilever e Shell. Winston trabalhou com a Time Warner e a Viacom e é diretor do Corporate Environmental Strategy Project, também em Yale.
Mas não é só da experiência dos dois autores que o livro se vale: nele, está o resultado de centenas de entrevistas com líderes de todo o mundo. A relação entre cortes de custos, redução de riscos, aumento dos lucros e fortalecimento da marca mostra que a busca pela sustentabilidade gera valor para a empresa de forma duradoura.
Esty e Winston analisam o caso de grandes corporações como BP, Toyota, IKEA, GE e Nike - que criaram propostas sustentáveis de sucesso - e indicam outras direções para as empresas interessadas em implantar seriamente as exigências que envolvem a sustentabilidade, reconhecendo e atendendo a escassez de recursos, as restrições regulatórias e a crescente pressão dos stakeholders pela responsabilidade socioambiental são crescentes.
O verde que vale ouro
Autores: Daniel C. Esty e Andrew S. Winston
Editora Campus-Elsevier
Veja outros títulos selecionados pelo Planeta Sustentável na seção Estante.
Empresa sustentável vale mais. É assim na Bolsa de Valores e, cada vez mais, os executivos voltam sua atenção para a sustentabilidade: como administrar uma empresa levando em conta as questões ambientais? Esse tema é abordado por Daniel Esty e Andrew Winston no livro “O verde que vale ouro” - lançado no Brasil pela Editora Campus-Elsevier - e a conclusão dos autores é de que a criação de um programa de sustentabilidade pode trazer benefícios a curto e médio prazos, tanto para a imagem como para a produtividade corporativa.
[img1] Esty e Winston falam com a experiência de quem viveu esse desafio. Professor de direito e política ambiental da Universidade de Yale, Esty é conhecido internacionalmente pelo seu trabalho com empresas globais como Coca-Cola, Unilever e Shell. Winston trabalhou com a Time Warner e a Viacom e é diretor do Corporate Environmental Strategy Project, também em Yale.
Mas não é só da experiência dos dois autores que o livro se vale: nele, está o resultado de centenas de entrevistas com líderes de todo o mundo. A relação entre cortes de custos, redução de riscos, aumento dos lucros e fortalecimento da marca mostra que a busca pela sustentabilidade gera valor para a empresa de forma duradoura.
Esty e Winston analisam o caso de grandes corporações como BP, Toyota, IKEA, GE e Nike - que criaram propostas sustentáveis de sucesso - e indicam outras direções para as empresas interessadas em implantar seriamente as exigências que envolvem a sustentabilidade, reconhecendo e atendendo a escassez de recursos, as restrições regulatórias e a crescente pressão dos stakeholders pela responsabilidade socioambiental são crescentes.
O verde que vale ouro
Autores: Daniel C. Esty e Andrew S. Winston
Editora Campus-Elsevier
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