desigualdade
Brasil ocupa 8º lugar em índice do Banco Mundial
País tem nota mediana no Índice de Oportunidade Humana, que avalia as oportunidades de acesso aos serviços básicos pelas crianças na América Latina
Por Mônica Pileggi
Planeta Sustentável – 03/10/2008
A América Latina, incluindo o Caribe, é uma das regiões mais desiguais do planeta. Os 10% da população mais rica recebem 40% da renda total, enquanto os 10% mais pobres têm apenas 1%. De acordo com o Banco Mundial - uma das maiores fontes de financiamento do mundo -, isso se deve ao fato de que nem todos têm as mesmas oportunidades, principalmente os jovens e as crianças.
É o que revelam os dados do IOH - Índice de Oportunidade Humana, criado pela instituição e que permite determinar a importância das circunstâncias pessoais para facilitar ou dificultar o acesso a serviços essenciais para uma vida produtiva, como água potável, saneamento, energia elétrica e educação básica às crianças da região.
De acordo com o indicador, o Brasil aparece na 8ª posição, com nota 72, atrás de países como Jamaica, Venezuela e Equador. O primeiro lugar é ocupado pelo Chile, com 91 pontos, seguido pela Argentina, com 88. Em último está a Nicarágua com 46 pontos.
No total foram avaliados 19 países. A análise é feita com base na distribuição das oportunidades de educação e habitação oferecidas por cada país. O índice para educação compreende a conclusão da sexta série do ensino fundamental sem atraso e a freqüência escolar dos 10 aos 14 anos. Já o IOH para habitação avalia o acesso à água tratada, ao saneamento básico e à energia elétrica.
O estudo analisa, também, de que forma fatores como a cor da pele, local de nascimento e condições de renda familiar influenciam o acesso a esses serviços básicos. De acordo com o relatório, o nível educacional da mãe e a renda salarial do pai estão entre os principais elementos para explicar desigualdades na distribuição de oportunidades para as crianças da América Latina.
Para os idealizadores da pesquisa, os dados do IOH podem ajudar os governos locais na destinação de verbas orçamentárias com mais eficiência. Com isso, a instituição espera ser possível gerar mais oportunidades para os jovens e crianças da região, além de diminuir a desigualdade social.
Veja o ranking de IOH da América Latina e Caribe:
1. Chile – 91
2. Argentina – 88
3. Costa Rica e Venezuela – 86
4. Uruguai – 85
5. México – 82
6. Equador – 74
7. Jamaica – 72
8. Brasil – 72
9. República Dominicana – 71
10. Panamá – 69
11. Paraguai – 67
12. Peru – 66
13. Bolívia – 62
14. El Salvador – 55
15. Honduras – 53
16. Guatemala – 50
17. Nicarágua – 46
AMÉRICA LATINA - 70
A América Latina, incluindo o Caribe, é uma das regiões mais desiguais do planeta. Os 10% da população mais rica recebem 40% da renda total, enquanto os 10% mais pobres têm apenas 1%. De acordo com o Banco Mundial - uma das maiores fontes de financiamento do mundo -, isso se deve ao fato de que nem todos têm as mesmas oportunidades, principalmente os jovens e as crianças.
É o que revelam os dados do IOH - Índice de Oportunidade Humana, criado pela instituição e que permite determinar a importância das circunstâncias pessoais para facilitar ou dificultar o acesso a serviços essenciais para uma vida produtiva, como água potável, saneamento, energia elétrica e educação básica às crianças da região.
De acordo com o indicador, o Brasil aparece na 8ª posição, com nota 72, atrás de países como Jamaica, Venezuela e Equador. O primeiro lugar é ocupado pelo Chile, com 91 pontos, seguido pela Argentina, com 88. Em último está a Nicarágua com 46 pontos.
No total foram avaliados 19 países. A análise é feita com base na distribuição das oportunidades de educação e habitação oferecidas por cada país. O índice para educação compreende a conclusão da sexta série do ensino fundamental sem atraso e a freqüência escolar dos 10 aos 14 anos. Já o IOH para habitação avalia o acesso à água tratada, ao saneamento básico e à energia elétrica.
O estudo analisa, também, de que forma fatores como a cor da pele, local de nascimento e condições de renda familiar influenciam o acesso a esses serviços básicos. De acordo com o relatório, o nível educacional da mãe e a renda salarial do pai estão entre os principais elementos para explicar desigualdades na distribuição de oportunidades para as crianças da América Latina.
Para os idealizadores da pesquisa, os dados do IOH podem ajudar os governos locais na destinação de verbas orçamentárias com mais eficiência. Com isso, a instituição espera ser possível gerar mais oportunidades para os jovens e crianças da região, além de diminuir a desigualdade social.
Veja o ranking de IOH da América Latina e Caribe:
1. Chile – 91
2. Argentina – 88
3. Costa Rica e Venezuela – 86
4. Uruguai – 85
5. México – 82
6. Equador – 74
7. Jamaica – 72
8. Brasil – 72
9. República Dominicana – 71
10. Panamá – 69
11. Paraguai – 67
12. Peru – 66
13. Bolívia – 62
14. El Salvador – 55
15. Honduras – 53
16. Guatemala – 50
17. Nicarágua – 46
AMÉRICA LATINA - 70