desenvolvimento humano
IDH do Brasil melhora, mas há muito a ser feito
O Índice de Desenvolvimento Humano do Brasil aumentou do ano de 2006 para 2007, mas o país ainda ocupa a 75ª posição dos 182 países avaliados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento
Thays Prado
Planeta Sustentável - 06/10/2009
O IDH – Índice de Desenvolvimento Humano do Brasil subiu de 0,808 para 0,813 – numa escala que vai de 0 a 1 – do ano de 2006 para o de 2007. No entanto, o país que ocupava a 70ª posição, passou para a 75ª entre as 182 nações avaliadas pelo PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. O Brasil continua dentro do grupo de países com alto desenvolvimento humano – que tem IDH entre 0,8 e 0,9.
De acordo com dados do PNUD, divulgados ontem, a melhoria do IDH brasileiro se deve, principalmente, ao aumento do PIB per capita, que atualmente está em US$9.567. Os outros dois aspectos que entram na conta – saúde e educação – tiveram melhoras menos significativas. Nossa expectativa de vida é de 72,2 anos – se apenas esse dado fosse considerado, cairíamos para a 81ª posição. Quando o assunto é educação, 10% de nossos adultos ainda são analfabetos e 87,2% das pessoas em idade escolar estão matriculadas no ensino regular.
Em termos de desigualdade social, ainda estamos entre os dez países mais desiguais do mundo: no Brasil, os 10% mais ricos possuem 43% da riqueza do país, enquanto os 10% mais pobres ficam com 1%.
Os três países com mais alto IDH são Noruega (0,971), Austrália (0,970) e Islândia (0,969). Na outra ponta, os países com pior desenvolvimento humano são Níger (0,340), Afeganistão (0,352) e Serra Leoa (0,365). Veja o ranking completo no site do PNUD Brasil*.
As diferenças entre os países mais desenvolvidos e os menos desenvolvidos do mundo são gritantes. Em termos de expectativa de vida, a variação vai dos 51 anos no Níger aos 80, na Noruega, e a renda per capita varia de US$1 mil a US$37 mil por ano.
Como o relatório se refere a 2007, ainda não é possível medir os impactos da crise financeira sobre os IDHs.
*PNUD Brasil
O IDH – Índice de Desenvolvimento Humano do Brasil subiu de 0,808 para 0,813 – numa escala que vai de 0 a 1 – do ano de 2006 para o de 2007. No entanto, o país que ocupava a 70ª posição, passou para a 75ª entre as 182 nações avaliadas pelo PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. O Brasil continua dentro do grupo de países com alto desenvolvimento humano – que tem IDH entre 0,8 e 0,9.
De acordo com dados do PNUD, divulgados ontem, a melhoria do IDH brasileiro se deve, principalmente, ao aumento do PIB per capita, que atualmente está em US$9.567. Os outros dois aspectos que entram na conta – saúde e educação – tiveram melhoras menos significativas. Nossa expectativa de vida é de 72,2 anos – se apenas esse dado fosse considerado, cairíamos para a 81ª posição. Quando o assunto é educação, 10% de nossos adultos ainda são analfabetos e 87,2% das pessoas em idade escolar estão matriculadas no ensino regular.
Em termos de desigualdade social, ainda estamos entre os dez países mais desiguais do mundo: no Brasil, os 10% mais ricos possuem 43% da riqueza do país, enquanto os 10% mais pobres ficam com 1%.
Os três países com mais alto IDH são Noruega (0,971), Austrália (0,970) e Islândia (0,969). Na outra ponta, os países com pior desenvolvimento humano são Níger (0,340), Afeganistão (0,352) e Serra Leoa (0,365). Veja o ranking completo no site do PNUD Brasil*.
As diferenças entre os países mais desenvolvidos e os menos desenvolvidos do mundo são gritantes. Em termos de expectativa de vida, a variação vai dos 51 anos no Níger aos 80, na Noruega, e a renda per capita varia de US$1 mil a US$37 mil por ano.
Como o relatório se refere a 2007, ainda não é possível medir os impactos da crise financeira sobre os IDHs.
*PNUD Brasil